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	<title>AR</title>
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	<description>6° Festival de Cinema Argentino &#124; Cinema Trindade, Porto - 21 a 24 de Julho de 2022</description>
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		<title>O AR</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jun 2017 14:09:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival]]></category>

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		<description><![CDATA[O AR &#8211; 6ª Festival de Cinema Argentino realiza-se de 21 a 24 de Julho no Cinema Trindade no Porto. Depois de ter sido cancelado em 2020 e várias vezes adiado [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O AR &#8211; 6ª Festival de Cinema Argentino realiza-se de 21 a 24 de Julho no Cinema Trindade no Porto. Depois de ter sido cancelado em 2020 e várias vezes adiado em 2021, o cinema argentino continua vivo e vai respirar-se finalmente no Trindade este verão.</p>
<p>Normalmente o AR funciona como uma janela aberta, uma radiografia do ambiente — sempre dinâmico e estimulante— do cinema de autor argentino contemporâneo. Neste caso, e depois de um 2020 (e boa parte de 2021) que nos afastou fisicamente das famílias e amigos, será dado um destaque especial aos afectos. Nesta edição o panorama é composto por várias primeiras obras que pensam e refletem sobre os laços familiares, amorosos, de amizade, entre mães e pais e filhos, laços afetivos que se nutrem com lugares, espaços e determinados tempos. São onze filmes que dialogam uns com os outros, estabelecem afinidades, destapam leituras inesperadas, começam e continuam conversas que parece que esperam ser completadas. E haverá uma estreia, uma secção dedicada ao cinema de animação para toda a família que vem para ficar, o <strong>Arzinho. </strong>Espaço de cuidado e de amor —mas também de solidão— a família é um conceito que está em permanente transformação. E é precisamente esse o eixo ao redor do qual giram os filmes programados nesta edição.</p>
<p>As relações de parentalidade são o eixo central de <strong><em>Las Buenas Intenciones</em></strong><em> </em>de Ana García Blaya que revela, com uma graça aguçada e imensa ternura, o contexto social derivado de outra profunda crise económica na década de 90. Outra época, outra crise e assim se constrói parte da idiossincrasia argentina da classe média há muitas décadas: sobrevive. Um pai e uma mãe divorciados, três filhos pequenos (com um destaque especial para a extraordinária Amanda Minujín), uma família a fazer o que pode numa combinação de ficção e de arquivo doméstico da própria realizadora.</p>
<p>A morte no seio de uma família é o acontecimento que dispara uma grande primeira obra, <strong><em>Familia Sumergida </em></strong>de María Alché (conhecida em Portugal como a protagonista de <em>La Niña Santa </em>de Lucrecia Martel). A realizadora representa com engenho e luz  as mudanças nas relações da sua protagonista, a enorme actriz argentina Mercedes Morán, e desenvolve a forma como, logo após a morte da sua irmã, esta mulher se redescobre a si mesma e ao que a rodeia.</p>
<p>Uma perspectiva familiar algo subversiva é proposta através do olhar de Gustavo Fontán em <strong><em>La Deuda</em></strong><em>, </em>um filme<em> </em>que coloca o foco no paradoxo de sentir-se longe das pessoas mais próximas num momento de incerteza económica cujas consequências inevitavelmente se cravam no plano familiar. Este é o mais abertamente narrativo trabalho da filmografia de Fontán, com produção de Lila Stantic e dos irmãos Almodóvar.</p>
<p>Entretanto, a singular primeira longa metragem de Lucio Castro, <strong><em>Fin de Siglo</em></strong>, que começa por parecer uma típica história de um-tipo-conhece-outro-tipo mas devagar se vai revelando como uma análise sobre o tempo, a identidade, a memória e o desconcerto. E no meio, a vida a passar, com toda a sua beleza e energia.</p>
<p>O contexto social atravessado pela pandemia transformou também os quotidianos familiares à escala mundial e este acontecimento encontra o seu eco nos filmes mais recentes. É o caso, justamente, do filme de abertura desta edição, <strong><em>La Edad Media</em></strong>, co-dirigida pela parelha artística Luciana Acuña e Alejo Moguillansky, que também actuam, escrevem e produzem. Esta família encontra na quarentena e na incerteza profissional o terreno fértil para embarcar numa comédia que parte do quotidiano &#8211; real e surreal &#8211; para se abrir à dança do absurdo, ao som de uma cuidada e inventiva banda sonora. Por outro lado <strong><em>Qué Será del Verano</em></strong>, de Ignacio Ceroi, pensa o isolamento e a quarentena como condições de possibilidade. Trabalha com material de arquivo familiar <em>found-footage</em> perante a impossibilidade de sair para filmar, e constrói um documentário que também é uma celebração de possibilidades narrativas da linguagem audiovisual.</p>
<p>E se um grupo de pessoas se reunisse há dezoito anos num mesmo café a ler o mesmo livro uma e outra vez numa espécie de catarse colectiva e renovável? Isso é <strong><em>El Tiempo Perdido</em></strong> de María Álvarez, que celebra o encontro, a sensação de família fora do sangue. Numa homenagem ao espírito de uma Buenos Aires literária e intemporal, Álvarez resgata a arte como algo que nos une, conforma e, muito provavelmente, nos salva a todos.</p>
<p>O cinema preocupado com a História, a política e os vínculos entre o passado e o presente da luta dos trabalhadores pelos seus direitos, tem em <strong><em>Río Turbio</em></strong> um exponente único. A partir de um evento autobiográfico, a realizadora Tatiana Mazú González desenvolve um tom experimental, formalmente lúcido, que ilumina as pontes invisíveis entre as diferentes militâncias e gerações.</p>
<p>Finalmente, poderiam haver 36 maneiras de concluir esta programação mas sabemos, isso sim, que <strong><em>No existen 36 maneras de mostrar cómo un hombre se sube a un caballo</em></strong>, tal como garante o <em>sui generis</em> e delicioso ensaio cinematográfico de Nicolás Zuckerfeld que analisa, a partir de alguns filmes de Raol Walsh, estruturas e formas do cinema clássico. Uma pequena odisseia transformada numa imperdível homenagem ao cinema que somos todos.</p>
<p>A secção Arzinho estreia-se nesta edição especialmente dedicada aos afectos e é composta por dois filmes de animação para toda a família que revelam a riqueza e inquieta expansão do cinema de animação argentino. São filmes para o encontro na sala de cinema, para levar filhos e pais e sobrinhos e amigos de todas as idades. <strong><em>El Patalarga</em></strong><em> </em>de Mercedes Moreira é uma aventura, nobre e divertida, de três amigos valentes, realizada em “cut out” (figuras em papel e imagens fotografadas de cima e montadas). <strong><em>Ánima Buenos Aires</em></strong><em> </em>de María Verónica Ramirez revela, através de quatro histórias criadas por destacadíssimos nomes da animação e da gráfica argentina, uma Buenos Aires cheia de charme, de mistérios e de personagens ocultos espalhados pelos cantos de uma cidade realmente encantadora e mágica.</p>
<p>A urgência de pensar a realidade, o olhar atento, às vezes desiludido mas sempre curioso, convive, entre primeiras obras e realizadores consagrados, com as procuras estéticas mais ousadas. Os afectos —e a falta deles—, esse imenso campo aberto por onde passeamos todos, as memórias, os laços que se constroem, conservam, perdem e recuperam, unem este conjunto de frescos e vão encher de ar (e de arzinho), de vitalidade e de beleza, novamente com sotaque argentino, o Cinema Trindade entre 21 e 24 de Julho.</p>
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VAI<strong>VEM</strong></p>
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		<title>Programa</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jun 2017 14:09:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; PROGRAMA &#124; CINEMA TRINDADE  5ª feira &#124; 21 Julho 19h30 LA EDAD MEDIA – Luciana Acuña, Alejo Moguillansky 21h30 EL TIEMPO PERDIDO – María Álvarez 6ª feira &#124; 22 Julho 18h00 NO EXISTEN 36 MANERAS [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>PROGRAMA | CINEMA TRINDADE </strong></p>
<p>5ª feira | 21 Julho<br />
19h30 <strong>LA EDAD MEDIA</strong> – Luciana Acuña, Alejo Moguillansky<br />
21h30 <strong>EL TIEMPO PERDIDO</strong> – María Álvarez</p>
<p>6ª feira | 22 Julho<br />
18h00 <strong>NO EXISTEN 36 MANERAS DE MOSTRAR CÓMO UN HOMBRE SE SUBE A UN CABALLO</strong> – Nicolás Zukerfeld<br />
19h30 <strong>QUÉ SERÁ DEL VERANO</strong> – Ignacio Ceroi<br />
21h30 <strong>FAMILIA SUMERGIDA</strong> – María Alché</p>
<p>Sábado | 23 Julho<br />
14h30 <span style="color: #ff6600;"><strong>ÁNIMA BUENOS AIRES</strong></span> – María Verónica Ramírez<br />
19h30 <strong>LAS BUENAS INTENCIONES</strong> – Ana García Blaya<br />
21h30 <strong>LA DEUDA</strong> – Gustavo Fontán</p>
<p>Domingo | 24 Julho<br />
14h30 <span style="color: #ff6600;"><strong>EL PATALARGA</strong></span> – Mercedes Moreira<br />
19h30 <strong>RÍO TURBIO</strong> – Tatiana Mazú González<br />
21h30 <strong>FIN DE SIGLO</strong> – Lucio Castro</p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #ffffff;"> .</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
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		<title>Agradecimentos e Apoios</title>
		<link>https://arcinemaargentino.com/ar-festival-de-cinema-argentino-apoio-e-agradecimentos/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Jun 2017 14:08:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival]]></category>

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		<description><![CDATA[AR – 6º Festival de Cinema Argentino Direcção artística e produção geral Maria João Machado Programação e conteúdos Cristian Ulloa e Maria João Machado Produção Marcia Rivas e Maria João Machado Comunicação VAIVEM, Cinema Trindade Tradução [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>AR – 6º Festival de Cinema Argentino</strong></p>
<p class="p2">Direcção artística e produção geral <b>Maria João Machado<br />
</b>Programação e conteúdos <b>Cristian Ulloa e Maria João Machado<br />
</b>Produção<b> Marcia Rivas e Maria João Machado<br />
</b>Comunicação <b>VAIVEM, Cinema Trindade<br />
</b>Tradução e Legendagem <b>VAIVEM &amp; Zenit Subtitulado<br />
</b>Desenho gráfico <b>PM<br />
</b>Imagem <strong><i>La Edad Media,</i></strong><b> Alejo Moguillansky e Luciana Acuña</b></p>
<p class="p2"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Agradecimentos</strong> Agustina Comedi, Ana Cardoso, Ana García Blaya, Alexandra Gaspar, Américo Santos, Ana Filipa M. Heitor, Andrés Pinto, Ariel Bruno, Ariel Poggi, Brenda Erdei, Carolina Dones, Catarina Vaz Pinto, Cecilia Kang, Cecilia Pisano, César González, Chakall e equipa, Carolina Benalcazar, Diogo Bento, Edgardo Castro, Embaixada da República Argentina em Portugal, Ezequiel Salinas, Fátima Rolho, Fernando Martín Restelli, Festival do Rio, Festival de Curtas Vila do Conde, Fernando Vidal, Filipe Domingues, Francisco Barbosa, Grémio Literário, Gustavo Fontán, Ignacio Ceroi, IndieLisboa, IPDAL, Ivana Ruiz, Jerónimo Quevedo, Joana Gomes Cardoso, João Heitor, João Pedro Machado, Juan Villegas, Kino Rebelde, Laurentina Pereira, Lucio Castro, Manuel Abramovich, Manuel Veiga, María Alché, María Álvarez, María Aparicio, Maria Adélia G. Santos Machado, Maria Faz, Maria Joana Vilela, Maria Manuel Ferreira, María Vera, Marina Uva, Martín Farina, Martín Leonardo Soto, Matías Mateo, Miguel Honrado, Miguel Valverde, Natalia Acceto, Nicolás Prividera, Nitrato Filmes, Nuno Martins, Paulo Neves, Porto/Post/Doc, Rute Gião, Sandra de Almeida, ShortCutz, Tiago Alves. Um agradecimento especial a todos realizadores e produtores, ao Américo Santos e equipa do Cinema Trindade no Porto, à nossa colaboradora em Portugal Elisabete Fragoso e ao incansável Pablo Méndez.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Apoios</strong></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><a href="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/agrad.jpg"><img class="  wp-image-1361 alignleft" src="https://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/agrad.jpg" alt="agrad" width="1991" height="189" /></a></span></p>
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<p><span style="color: #ffffff;">,.</span></p>
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<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
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		<title>Trailer de AR – 6° Festival de Cinema Argentino en Lisboa</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jun 2017 19:53:25 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Festival]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://player.vimeo.com/video/575475961?app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture" allowfullscreen title="AR I 6 Festival de Cinema Argentino"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O novo cinema argentino</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Mar 2016 20:45:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pela primeira vez no Porto, O Festival de Cinema Argentino (AR) decorre entre hoje e domingo con exibiçãp de nove filmes. A programação de hoje inclui «La película infinita», de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Pela primeira vez no Porto, O Festival de Cinema Argentino (AR) decorre entre hoje e domingo con exibiçãp de nove filmes. A programação de hoje inclui «La película infinita», de Leandro Listorti, e «Mujer nómade»&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Link: <a href="https://www.jn.pt/edicao-impressa/porto/interior/28-de-junho-de-2019-11054015.html">https://www.jn.pt/edicao-impressa/porto/interior/28-de-junho-de-2019-11054015.html</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Festival de Cinema Argentino com quinta edição em Lisboa e em estreia no Porto</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Mar 2016 15:16:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O festival «AR» programa este ano um total de «quinze filmes recentes, quase todos inéditos em Portugal», pode ler-se na apresentação, em mais um programa dedicado «ao novo cinema argentino», [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O festival «AR» programa este ano um total de «quinze filmes recentes, quase todos inéditos em Portugal», pode ler-se na apresentação, em mais um programa dedicado «ao novo cinema argentino», desta vez com foco em personagens marginalizadas&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Link: <a href="https://www.dn.pt/lusa/interior/festival-de-cinema-argentino-com-quinta-edicao-em-lisboa-e-em-estreia-no-porto-11026048.html">https://www.dn.pt/lusa/interior/festival-de-cinema-argentino-com-quinta-edicao-em-lisboa-e-em-estreia-no-porto-11026048.html</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Leandro Listorti: “Todos os realizadores e produtores de cinema deviam estar a par das questões da preservação”</title>
		<link>https://arcinemaargentino.com/leandro-listorti-todos-os-realizadores-e-produtores-de-cinema-deviam-estar-a-par-das-questoes-da-preservacao/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Mar 2016 14:52:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A certa altura pergunta-se em Rebecca (1940), de Alfred Hitchcock, “Do you think the dead come back and watch the living?”, mas talvez a pergunta mais acertada devesse ser Achas que os vivos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A certa altura pergunta-se em <strong>Rebecca</strong> (1940), de Alfred Hitchcock, “Do you think the dead come back and watch the living?”, mas talvez a pergunta mais acertada devesse ser <em>Achas que os vivos se vêem pelos olhos dos mortos que regressam?</em> É exactamente sobre esta questão que me parece que se deve receber <strong>La película infinita </strong>(2018) de Leandro Listorti, filme que trabalha sobre o universo dos filmes perdidos do cinema argentino&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Link: <a href="http://www.apaladewalsh.com/2019/06/leandro-listorti-todos-os-realizadores-e-produtores-de-cinema-deviam-estar-a-par-das-questoes-da-preservacao/">http://www.apaladewalsh.com/2019/06/leandro-listorti-todos-os-realizadores-e-produtores-de-cinema-deviam-estar-a-par-das-questoes-da-preservacao/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Festival de Cinema Argentino com quinta edição em Lisboa e em estreia no Porto</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Mar 2016 15:43:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Festival de Cinema Argentino (AR) está de volta para a quinta edição no Cinema São Jorge, em Lisboa, de quinta-feira a domingo, no ano em que se estreia no [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Festival de Cinema Argentino (AR) está de volta para a quinta edição no Cinema São Jorge, em Lisboa, de quinta-feira a domingo, no ano em que se estreia no Porto de 28 a 30 de junho&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Link: https://www.cmjornal.pt/cm-ao-<wbr />minuto/detalhe/festival-de-<wbr />cinema-argentino-com-quinta-<wbr />edicao-em-lisboa-e-em-estreia-<wbr />no-porto+&amp;cd=7&amp;hl=es-419&amp;ct=<wbr />clnk&amp;gl=ar</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Festival de Cinema Argentino com quinta edição em Lisboa e em estreia no Porto</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Mar 2016 15:39:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Festival de Cinema Argentino (AR) está de volta para a quinta edição no Cinema São Jorge, em Lisboa, de quinta-feira a domingo, no ano em que se estreia no [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="t-a-c-intro-1 selectionShareable">O Festival de Cinema Argentino (AR) está de volta para a quinta edição no Cinema São Jorge, em Lisboa, de quinta-feira a domingo, no ano em que se estreia no Porto de 28 a 30 de junho.</p>
<p class="selectionShareable">O festival «AR» programa este ano um total de «quinze filmes recentes, quase todos inéditos em Portugal», pode ler-se na apresentação, em mais um programa dedicado «ao novo cinema argentino», desta vez com foco em personagens marginalizadas.</p>
<p class="selectionShareable">Link: <a href="https://www.ojogo.pt/extra/lusa/interior/festival-de-cinema-argentino-com-quinta-edicao-em-lisboa-e-em-estreia-no-porto-11026051.html">https://www.ojogo.pt/extra/lusa/interior/festival-de-cinema-argentino-com-quinta-edicao-em-lisboa-e-em-estreia-no-porto-11026051.html</a></p>
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		<title>Festival de Cinema Argentino com quinta edição em Lisboa e em estreia no Porto</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Mar 2016 15:30:50 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O Festival de Cinema Argentino (AR) está de volta para a quinta edição no Cinema São Jorge, em Lisboa, de quinta-feira a domingo, no ano em que se estreia no Porto de 28 a 30 de junho&#8230;</p>
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<p>Link: <a href="https://www.tsf.pt/lusa/interior/festival-de-cinema-argentino-com-quinta-edicao-em-lisboa-e-em-estreia-no-porto-11026049.html">https://www.tsf.pt/lusa/interior/festival-de-cinema-argentino-com-quinta-edicao-em-lisboa-e-em-estreia-no-porto-11026049.html</a></p>
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